
Encontramos D. Maria, em frente ao centro espírita "Gente Amiga", e desses encontros ao acaso filmamos a conversa, maravilhosa. O neguinho ao lado da Shau se apaixonou pela nossa assistente braço-direito, e se ofereceu a ajudar com o rebatedor.
Não foram poucas as vezes que a molecada chegou junto (claro, de vez em quando falando demais), se dispondo a ajudar de qualquer forma, segurando guarda-sol, cuidando da rua, tirando fotos still... A atração pelo equipamento nas crianças é absurdo.
E D. Maria nos contou sobre como conseguiu criar seus filhos, no morro do Horácio, com dignidade, recebendo o salário mínimo de faxineira.
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